A importância do advogado no estímulo aos métodos autocompositivos extrajudicial online

Após a pandemia da covid-19 e a possibilidade de colapso do Poder Judiciário, os métodos alternativos à jurisdição tornaram-se um dos assuntos mais comentados por magistrados e especialistas que atuam na área do Direito. A praticidade e a celeridade do procedimento surgem como a melhor alternativa para a sociedade lidar com os conflitos gerados durante e após o momento de crise. Vale lembrar que a conciliação já era prevista no Código de Processo Civil (CPC), de 1973, para ações de procedimento sumário.

 As alterações que ocorreram no CPC, em 2015, trouxeram inovações, entre elas o estimulo da conciliação por parte de advogados e juízes, conforme previsto no § 3° do artigo 3°: a conciliação, a mediação e outros métodos de solução consensual de conflitos deverão ser estimulados por juízes, advogados, defensores públicos e membros do Ministério Público, inclusive no curso do processo judicial. Com a modernização, a mediação ganhou um novo ambiente: a web. A Lei nº 13.140 de junho de 2015, permitiu que a mediação seja realizada com auxílio da internet.

O advogado é uma figura importante na sociedade, como dispõe o artigo 133 da Constituição Federal Brasileira. Ele garante que os direitos do cidadão sejam respeitados e auxilia os clientes na solução de suas demandas, ou seja, a população confia no trabalho desse profissional. Por esse motivo, ele tem um papel fundamental no fomento ao acordo. Infelizmente, ainda há uma visão equivocada quanto ao uso da conciliação e mediação na resolução de conflitos. É importante esclarecer que o advogado não vai perder mercado e não sofrerá com reduções em seus honorários, conforme descrito no Código de Ética da OAB, artigo 48, parágrafo 5º: “É vedada, em qualquer hipótese, a diminuição dos honorários contratados em decorrência da solução do litígio por qualquer mecanismo adequado de solução extrajudicial”.

O trâmite de ação judicial possui despesas: custas processuais, honorários de sucumbência e outras taxas que podem surgir no decorrer do processo. O acordo é benéfico para o cliente e para o advogado, a parte conseguirá uma solução célere e mais econômica para o problema; já o advogado, deve ser remunerado pela agilidade e pelo assessoramento jurídico prestado no procedimento.

A máquina judiciária está sobrecarregada, há um grande número de processos em tramitação e não há tempo hábil para que os juízes brasileiros consigam dar vazão às causas. Com a pandemia, há a possibilidade de uma enxurrada de processos e, com isso, o colapso do Poder Judiciário. Para que isso não ocorra, os advogados podem auxiliar os clientes a buscarem a via consensual para solucionar o conflito, inclusive, a conciliação e a mediação extrajudicial online. O procedimento oferecido pela Mediar Group não exclui a atuação do advogado, pelo contrário, ele é peça fundamental na construção do acordo e na assessoria ao cliente nas questões jurídicas.

 Os métodos alternativos à jurisdição são altamente indicados nesse momento de pandemia, como não é possível realizar audiências presenciais, o ambiente online é a melhor alternativa para que as empresas solucionem suas demandas. Esse momento é importante para que haja uma mudança de cultura, a sociedade precisa entender que elas podem participar da solução do conflito, cabe ao advogado apresentar os métodos alternativos ao seu cliente, como forma de agilizar a solução do problema. Com a conciliação online há a redução do desgaste emocional, economia de tempo e de recursos financeiros.

ANS registra quase 5 mil reclamações envolvendo os planos de saúde

Com a conciliação online, é possível evitar que novas ações contra os convênios sejam protocoladas nos tribunais e que ocorra o congestionamento da máquina judiciária

As operadoras de planos de saúde foram fortemente afetadas pela pandemia do novo coronavírus. De acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o órgão registrou 4.701 reclamações realizadas pelos beneficiários no início de março até 15 de junho. Das queixas, 43% estão relacionadas às assistências afetadas pela pandemia, 36% se referem ao exame de detecção ou tratamento da doença e 21% são temas não assistenciais, por exemplo, contratos e regulamentos.

A Secretaria Nacional do Consumidor, órgão do Ministério da Justiça, realizou uma pesquisa e identificou as principais reclamações dos beneficiários, sendo elas: negativa de cobertura por inadimplência, dificuldades de reembolso e problemas com a cobertura. Para a coordenadora da Mediar Group, Michelle Oliveira, as ações envolvendo questões de saúde suplementar necessitam, especificamente, de uma solução célere e prática.

De acordo com o Instituto de Defesa do Consumidor do DF (Procon-DF), de março até 08/07 foram registradas 131 reclamações envolvendo as operadoras de saúde. Foram 40 em março, 29 em abril, 32 em maio, 25 em junho e 5 na primeira semana deste mês. Esse número é referente aos atendimentos que viraram processo. As principais queixas são referentes ao contrato: não cobertura, aumento abusivo e até mesmo o não envio da carteirinha. “Juízes, desembargadores e outros profissionais que atuam na área do Direito estão preocupados com o colapso do Poder Judiciário, principalmente, na área da saúde. A grande maioria dessas reivindicações podem ser solucionadas por meio do acordo, não podemos permitir que essas causas parem nas filas dos tribunais”, alerta Michelle.

Além disso, há a discussão em torno do atendimento aos clientes inadimplentes que estão com o plano suspenso ou cancelado, a obrigatoriedade de cobertura na realização do exame específico para o coranavírus, o direito de reembolso para quem efetuou o exame particular e o atendimento emergencial no período de carência podem acabar nos tribunais. No Distrito Federal, por exemplo, o afastamento da carência gerou polêmica, foi instaurado uma ação pela Defensoria Pública e o juiz da 15ª Vara Cível de Brasília determinou que as operadoras realizassem o atendimento de urgência e emergência dentro do prazo de carência, caso a medida fosse descumprida, os planos de saúde arcariam com a multa de R$ 10 mil para cada atendimento negado.

“Com a conciliação online, é possível oferecer um atendimento mais humanizado, principalmente, pelo momento delicado que o país enfrenta. Não enxergamos as demandas como um problema, enxergamos o ser humano que está por trás daquela reclamação. Além disso, pacientes que estão no grupo de risco e necessitam de tratamento não podem esperar por uma decisão judicial, explica a coordenadora.

Essas questões podem acabar nas filas dos tribunais, mas a solução não precisa ser onerosa ou burocrática, a conciliação online é a melhor alternativa para colocar fim à disputa e garantir que as necessidades das partes envolvidas sejam atendidas. “A conciliação online também é uma maneira de conquistar justiça, o procedimento é complementar às atividades jurisdicionais e não beneficia apenas as partes, o Poder Judiciário também é favorecido, já que o método desafoga a máquina judiciária. Os métodos autocompositivos vieram para auxiliar a Justiça e garantir que a sociedade tenha suas demandas respondidas”, diz a coordenadora.

A judicialização envolvendo planos de saúde é muito onerosa para as operadoras, o acordo é a melhor maneira de evitar demandas judiciais, gastos e ainda manter os beneficiários. A Mediar Group possui uma equipe de conciliadores capacitados para atuar nas demandas que envolvam o setor de saúde suplementar, esse profissional vai criar um canal de comunicação entre o convênio e o beneficiário. O conciliador busca alternativas que vão de encontro com a política da empresa e que atenda a necessidade do cliente.

Os acordos são realizados pela plataforma da empresa e o procedimento pode ser utilizado nas demandas que estão em tramitação ou na fase pré-processual – quando o processo ainda não foi instaurado. A equipe de conciliadores atua no SAC e no setor jurídico das empresas. O procedimento é simples, basta as operadoras de planos de saúde entrarem em contato com a Mediar Group.

Para Michelle, o procedimento vai de encontro com as medidas de contenção ao novo coronavírus. “Além da celeridade, economia e segurança, outro ponto positivo da conciliação é a praticidade, não é necessário sair de casa para solucionar o problema, as sessões podem ser feitas por meio de computadores, tablets e smartphones com acesso à internet”, finaliza.

Conciliação é a melhor alternativa para companhias aéreas e empresas de turismo solucionarem conflitos gerados durante a crise

Após a confirmação de pandemia pelo coronavírus (Covid-19) alguns setores foram fortemente afetados pela doença. O isolamento social tornou-se necessário e a medida de contenção inviabilizou que passeios turísticos ou a trabalho fossem realizados nesse momento. Empresas de turismo e companhias aéreas tiveram que cancelar as viagens previstas nos meses de março, abril e maio. Os transtornos causados pelo Covid-19 viraram queixas no Procon-DF ou processos nas filas dos tribunais.

Em janeiro, o Procon-DF realizou 381 atendimentos referente ao setor turístico; em fevereiro, foram contabilizadas 305 reclamações; após a declaração da Organização Mundial da Saúde sobre a pandemia pelo Covid-19, 1274 queixas foram encaminhadas ao órgão. Em 2019, foram registrados 4.407 atendimentos sobre questões de pacotes turísticos e passagens aéreas. Até que os aeroportos, hotéis e outros serviços voltem às atividades, é possível que surjam mais reclamações e cancelamentos.

A conciliação online é uma alternativa para que companhias aéreas e empresas de turismo solucionem esses conflitos com os clientes. O procedimento é rápido, eficaz e menos oneroso. Em tempos de isolamento social e de funcionamento em horário especial de tribunais, a negociação online mostra-se uma ferramenta efetiva para as empresas. O procedimento é realizado com o auxílio de um computador com acesso à internet, tablet ou smartphone, o acordo pode ser realizado em menos de uma semana e não é necessário que cliente ou representantes das empresas saiam de casa.

O conciliador busca uma solução satisfatória para as duas partes. Ele utiliza técnicas que facilitam o diálogo entre reclamante e reclamado, estimula a escuta ativa e permite que os envolvidos entendam o posicionamento do outro. A grande maioria dessas demandas podem ser solucionadas por meio do acordo, talvez o cliente queira apenas mudar a data da viagem ou um crédito com a companhia. Essas questões não precisam passar pelo Judiciário, envolver desgastes emocionais e gastos elevados.

Além da conciliação, há também a negociação, nesse procedimento o advogado da instituição não participa das tratativas, ou seja, a câmara privada disponibiliza um profissional para cuidar dos interesses da empresa. A negociação é indicada para empresas que estão sendo bombardeadas de ações, dessa maneira, a câmara funciona como um filtro de demandas e o setor jurídico trata os casos mais complexos.

Com a conciliação e a negociação online é possível atuar de maneira preventiva junto ao Setor de Atendimento ao Cliente e à Ouvidoria – a empresa não precisa esperar o acionamento do setor jurídico. Além disso, é possível tratar ações que já estão ajuizadas. Vale destacar que após o acordo ser firmado, será emitido o título executivo extrajudicial com garantia jurídica.

Quer conciliar?

Com a Mediar Group você pode solucionar a sua demanda sem sair de casa. Basta cadastrar o seu caso na plataforma, informar os seus dados e da outra parte. Em seguida, um conciliador vai atender a sua demanda.

A Mediar Group é uma empresa de conciliação e negociação online, especializada em acordos, que disponibiliza um ambiente seguro, linguagem humanizada e profissionais qualificados para facilitar o diálogo entre as partes e focar no acordo. A startup brasiliense atua como uma verdadeira empresa amiga da Justiça e tem mais de 70% de êxito nos casos em que atua.

Após o acordo firmado, é emitido o título executivo extrajudicial com garantia jurídica. Os procedimentos são amparados pela Lei nº 13.140 de junho de 2015, que permite que a conciliação seja realizada com auxílio da internet.

O que pode ser solucionado por meio da conciliação extrajudicial?

A conciliação e a mediação extrajudicial online estão asseguradas pela Lei 13.140/2015, conhecida como Lei de Mediação. Esses dispositivos ganharam destaque por serem menos onerosos e mais céleres. 

O procedimento é flexível e pode ser utilizado por bancos e financeiras, comércio eletrônico, construção civil, companhias aéreas, conflitos trabalhistas, instituições de ensino, operadoras de saúde, seguradoras, prestadoras de serviços essenciais – empresas de saneamento básico, concessionárias de energia e operadoras de telefonia. 

A Lei de Mediação também permite que as tratativas sejam realizadas com auxílio da internet, o procedimento pode ser utilizado na fase pré-processual, durante o processo ou após a sentença proferida. ⁣

⁣A via alternativa é muito indicada para controvérsias que envolvam relações de consumo. A conciliação é um método alternativo à jurisdição que busca desburocratizar as demandas que estão no Judiciário. Além disso, é uma verdadeira aliada para aqueles que buscam solucionar sua demanda de maneira rápida, simples e a baixo custo.⁣

⁣Resolver conflitos não precisa ser burocrático, moroso e oneroso, conheça as soluções que a Mediar Group tem para sua empresa, nossa equipe facilita a comunicação entre as partes e auxilia na busca do melhor acordo. ⁣

⁣O procedimento é bem simples, a empresa fornece a base de dados e os conciliadores entram em contato com os envolvidos imediatamente.

Conciliação online: uma alternativa célere e econômica para empresas do comércio eletrônico resolverem conflitos com os clientes

As compras online cresceram após a pandemia do novo coronavírus, por conta do isolamento social, shoppings e comércios não essenciais tiveram que fechar durante o período de quarentena. De acordo com a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), em abril, o e-commerce cresceu 47%, mas não foram apenas as vendas que aumentaram, o número de reclamações envolvendo as compras online também cresceu. De acordo com o Procon-SP (Programa de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo), houve um aumento de mais de 100% nos atendimentos relacionados ao comércio eletrônico.

A comparação foi realizada entre o primeiro trimestre de 2019 e 2020. No ano passado, foram registrados 17.108 casos, já este ano, foram contabilizadas 35.789 reclamações. As principais queixas dos consumidores são: demora ou a não entrega de produtos, problemas com cobranças e mercadorias com defeitos.

A boa notícia é que a solução para esses casos não precisa envolver o Poder Judiciário. As empresas que estão atuando no mercado online podem contratar uma câmara privada de conciliação, mediação e negociação online para operar de maneira preventiva. A conciliação é um procedimento célere, econômico e que permite a fidelização do cliente.

No e-commerce algumas falhas podem acontecer, extravio de mercadoria, envio de produtos com falhas ou até mesmo errados. O grande diferencial que as empresas podem oferecer, é uma solução célere, segura e prática. A postura conciliatória e o atendimento diferenciado disponibilizado pela empresa garantem a satisfação do cliente e isso faz com que ele compre novamente. Vale destacar que o procedimento também pode ser utilizado em ações que já estão em tramitação. A conciliação pode ser utilizada antes, durante ou após a instauração do processo judicial.

A judicialização desses casos pode levar meses ou até mesmo anos para alcançar uma solução. Além disso, a sentença proferida pode não colocar fim à disputa. Com a conciliação online, a empresa e o cliente têm as necessidades atendidas, as duas partes participam na construção do acordo, dessa maneira, há a redução do desgaste emocional.

A solução alternativa é muito prática, a Mediar Group, por exemplo, possui uma equipe de conciliadores capacitados e uma plataforma moderna e segura para atender os clientes. A qualidade dos serviços se traduz na manutenção e satisfação dos clientes e na resolução célere e econômica do problema. O acordo online tem validade de título executivo extrajudicial. 

Qual é a importância da resolução extrajudicial de conflitos em tempos de pandemia?

Desde o Marco Legal da Mediação no Brasil (Lei 13.140/2015), os métodos alternativos à jurisdição nunca foram tão comentados. O artigo 334 do Código de Processo Civil foi lembrado pelos ilustres juízes Lucas Cavalcanti da Silva e Fernando Andreoni Vasconcellos, em artigo publicado no Conjur. No texto, os juízes discorreram sobre o existente, o possível e o desejável na aplicação dos métodos consensuais no âmbito judicial. É inegável que a conciliação e a mediação possuem um grande potencial para solucionar conflitos nas mais diversas esferas, mas o processo judicial ainda é o método mais utilizado pela sociedade para resolver impasses.

 O presidente do Supremo Tribunal de Justiça, ministro João Otávio Noronha, também destacou a importância do procedimento extrajudicial e foi categórico ao afirmar que a solução para o país é a renegociação, durante o seminário Saída de Emergência – Judiciário, mediação e direito privado, promovido pela TV Consultor Jurídico (Conjur). Além disso, Noronha enfatizou que as ações originadas durante o momento de pandemia não podem ingressar no Judiciário, e que a conciliação e a mediação são complementares à atividade jurisdicional.

A pandemia deixou evidente que a conciliação e a mediação são necessárias, inclusive, por meio do procedimento extrajudicial online. Os Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSCs) realizam um excelente trabalho, há um grande esforço por parte dos servidores, mediadores e outros profissionais que atuam nos centros para alcançar resultados positivos, mas não há profissionais suficientes e tecnologia para lidar com essas demandas durante e após a pandemia.

Há uma inversão na busca pela solução do conflito, primeiro a ação é ajuizada e, posteriormente, as partes são citadas para uma audiência de conciliação obrigatória. Este é um momento para que haja uma mudança de cultura, a conciliação e a mediação online não são indicadas apenas porque são métodos efetivos. Deve-se gerar a consciência de que o Judiciário não tem braço para atender todas as demandas da sociedade, é preciso incentivar a autonomia do cidadão para a busca de uma solução extrajudicial por meio das câmaras, as respostas não estão na fila do Judiciário, mas no empoderamento das partes para decidirem uma solução que atenda a necessidade dos envolvidos. Caso o acordo não seja possível, a ação deve ser ajuizada, o ideal é que a tentativa de acordo seja a primeira opção do cidadão.

Uma das principais funções das câmaras privadas de conciliação e mediação online é auxiliar o Poder Judiciário, principalmente, durante o momento de pandemia. Além do alto índice de causas que surgem nesse momento e o grande número de processos que já estão em tramitação na Justiça, o isolamento ainda é necessário para evitar a disseminação da covid-19. A Mediar Group oferece um atendimento especializado e totalmente online, não é necessário sair de casa para solucionar uma demanda.

Cabe às empresas enxergarem o potencial dos métodos autocompositivos para solucionar os conflitos pela via alternativa. O procedimento é menos oneroso, mais célere e põe fim ao processo até mesmo antes dele existir. Os advogados também possuem um papel muito importante, compete a esses profissionais incentivarem o uso da conciliação e da mediação, nesse momento o diálogo é fundamental para preservar as relações entre fornecedores e consumidores, empresários e colaboradores e em diversas relações interpessoais.

Tem uma demanda e não sabe como resolver?

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Solução pacífica dos conflitos de consumo em momento de crise.

As últimas notícias replicadas nos meios de comunicação tratam apenas de um assunto: coronavírus. A pandemia parou o Brasil e afetou diretamente a vida dos brasileiros. Viagens, eventos, aulas e até mesmo os tribunais foram afetados por medidas de contenção ao vírus. Diante desse cenário, surgem as disputas entre fornecedores e consumidores. O momento pede cautela e uma solução pacífica para os conflitos.

A Justiça brasileira já é considerada lenta e morosa, se todos os conflitos que estão sendo gerados durante esse período de pandemia tenham como destino final os tribunais, o Poder Judiciário não vai conseguir dar vazão aos processos. O Brasil possui cerca de 78,6 milhões de processos em andamento, de acordo com o Relatório Justiça em Números – Conselho Nacional de Justiça, a máquina judiciária brasileira está abarrotada de casos, mas os métodos autocompositivos podem mudar o panorama.

A conciliação, a mediação e a negociação podem ser utilizadas por empresas que buscam soluções inteligentes, econômicas e seguras. O procedimento busca aproximar as partes, facilitar o diálogo e conta com a participação dos envolvidos na construção do acordo. Não é necessário aguardar o trâmite judicial, o acordo pode ser realizado em poucos dias e a solução atende as duas partes envolvidas.

Os procedimentos são realizados por meio de um computador ou smartphone com acesso à internet, ou seja, não é necessário sair de casa para solucionar um conflito. Vale destacar que, o acordo possui validade jurídica de título executivo e dispensa a homologação do juiz. Durante esse momento sensível, é importante exercitar a empatia e facilitar a comunicação entre as empresas e os clientes.

Conciliação Online: como a ferramenta pode ajudar a resolver conflitos no setor aéreo em tempos de Covid-19.

O cancelamento de viagens, eventos e o fechamento de estabelecimentos como medida preventiva para o controle do novo coronavírus (Covid-19) tem causado espanto à população e preocupação para os empresários. Além de afetar o setor econômico do País, o Covid-19 gerou conflito entre clientes e empresas.

Após a Organização Mundial da Saúde declarar o estado de pandemia, empresas de turismos, companhias aéreas e outros setores têm enfrentado o cancelamento das atividades. A suspensão desses serviços pode gerar conflitos entre consumidores e fornecedores. Para tanto, é necessário que a central de atendimento ao cliente trabalhe com o departamento jurídico e busque uma solução eficiente.

A conciliação é a melhor alternativa para que esse conflito não vire uma ação judicial. A Mediar Group oferece uma plataforma online para a resolução de conflitos entre companhias aéreas e outros setores que precisam lidar com os reflexos da pandemia. O procedimento é dinâmico, online e conta com a participação das duas partes para uma solução justa e satisfatória para os envolvidos.

Diante o cenário de dúvidas, medo e preocupações, os métodos autocompositivos ganham destaque, utilizar o procedimento para solucionar conflitos passa uma impressão positiva para o cliente, demonstra que a empresa procura uma solução amigável e respeita os interesses do consumidor. Além disso, os métodos utilizam técnicas que incentivam a escuta ativa, boa comunicação e empatia, características necessárias para lidar com esse momento.

Ouvidoria – Conheça os benefícios de ter uma equipe de conciliadores.

Provavelmente, você já ouviu aquele ditado: “prevenir é melhor que remediar”, certo? Essa máxima vale para empresas que procuram evitar litígios e, ao mesmo tempo, querem solucionar as demandas de seus clientes. A conciliação é a solução para as instituições que procuram uma alternativa eficaz, célere, econômica e segura.

O procedimento é simples, uma equipe de conciliadores vai atuar em conjunto com a Ouvidoria da instituição e quando o cliente entrar em contato apresentando a demanda ele terá o suporte dos profissionais. O objetivo do time é melhorar a comunicação entre empresa e cliente. O conciliador acolhe a reivindicação do consumidor e encaminha para a instituição, o próximo passo é buscar uma solução que corresponda a sua expectativa (atendendo suas necessidades) e que esteja de acordo com a política de solução da Ouvidoria. O consumidor tem voz ativa durante as negociações e o conciliador cria uma ponte entre as duas partes até o acordo. 

A Ouvidoria é o melhor lugar para realizar o acordo entre as duas partes. A empresa tem a oportunidade de solucionar o conflito fora dos tribunais e ainda tem a chance de fidelizar o cliente, já o consumidor evita desgaste emocional e tem uma solução célere. Vale destacar que o procedimento pode ser utilizado por diversos setores: seguradoras, planos de saúde, redes de supermercados, hospitalares e hotéis, companhias aéreas e outras organizações. Além disso, pode ser utilizado antes da ação ingressar no tribunal, durante a tramitação ou até mesmo após a sentença proferida. 

Além da celeridade, economia e segurança, outro ponto positivo da conciliação/negociação é a praticidade. As sessões contam com o auxílio da tecnologia e podem ser feitas por meio de computadores, tablets e smartphones. Comodidade para que o litigante resolva a demanda quando e onde puder. 

Empresa Amiga da Justiça

Além de benefícios para as partes, a prevenção de processos é importante para o sistema Judiciário brasileiro. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Tribunais e outros órgãos buscam a redução de processos. De acordo com o CNJ, em 2018, foram contabilizados 78,7 milhões de processos em tramitação, sendo 93,7 bilhões os gastos da Justiça, ou seja, o processo é oneroso para os envolvidos e para o Estado. 

Para fomentar o uso dos métodos autocompositivos e evitar a judicialização por parte das empresas, foi criada em 2015, a certificação “Empresa Amiga da Justiça”. Os parceiros podem utilizar o selo estilizado em campanhas publicitárias, informe a investidores e demais produções de interesse da empresa. 

Já pensou em ser uma Empresa Amiga da Justiça e resolver suas demandas de maneira célere e econômica?

 A Mediar Group é especialista em acordo que possui uma equipe de negociadores e conciliadores capacitados para ajudar a solucionar demandas fora dos tribunais. Dessa maneira, a empresa fideliza clientes e reduz custos.   

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É possível recuperar créditos sem cobrar?

Quando uma instituição enfrenta problemas de inadimplência é comum investir em empresas de cobranças e renegociações de dívidas, mas nem sempre esse é o melhor caminho. Esses serviços utilizam abordagem própria que frequentemente causa constrangimento, assim a negociação com o cliente acaba sendo prejudicada ou sequer iniciada.

A conciliação é uma ferramenta de pacificação dinâmica e pode ser utilizada em diversos conflitos, como questões familiares, conflitos condominiais e disputas que envolvam direito do consumidor, por exemplo. Outra área em que o procedimento pode ser aplicado é na recuperação de crédito. 

O método autocomposítivo é a melhor alternativa para quem precisa recuperar receita e fidelizar o cliente, já que a abordagem busca facilitar a comunicação, diferente daquele conhecido efeito negativo e constrangedor da cobrança. Conheça os benefícios:

– Redução de custos:

Uma instituição que está com a saúde financeira comprometida precisa de soluções inteligentes e dinâmicas para recuperar crédito. É menos oneroso e mais efetivo contratar uma câmara privada para realizar os acordos, isso evita a terceirização de cobrança e ações judiciais. De acordo com a pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), 35% dos consumidores estão dispostos a realizar um acordo com os credores, ou seja, querem quitar a dívida, mas as condições não são favoráveis, é necessária a intervenção de um terceiro para a construção do acordo.  

– Facilidade e agilidade: 

O procedimento é simples, a Mediar Group, por exemplo, atua tanto na negociação de inadimplências, dando suporte ao jurídico da empresa para solucionar os processos por meio do acordo. São apresentadas propostas personalizadas para cada cliente levando em consideração a sua situação financeira, permitindo ao consumidor ter voz ativa durante as negociações. 

– Fidelização do cliente:

Se o consumidor não realiza mais compras por ser considerado um mau pagador, a conciliação é a oportunidade de fidelizá-lo. Quando a instituição mostra que está disposta a solucionar o conflito e permite que o cliente participe na construção do acordo faz com que ele tenha uma imagem positiva da empresa.  

 A Mediar Group possui uma equipe de negociadores e conciliadores capacitados para te ajudar a recuperar créditos por meio da conciliação – técnica inovadora, segura e incentivada pelos tribunais. 

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